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Que se abram as portas da criatividade.
Que se abram os caminhos da nova vontade, baseada na verdade, na coletividade que pulsa união.
Que se abra a voz do coração.
O olhar num sorriso, o dar a mão.
É tudo uma questão de visão.
Como ser e estar agora.
Como soltar e largar o que se demora em querer acompanhar os novus tempus que aqui estão.
Aceitar, acreditar, acreditar mesmo que a força está à disposição – basta criar.
Há que criar.
Criatividade para a criação de uma nova realidade.
Está no ar, está no respirar a cada momento, está no chorar e se entregar profundamente, re-pensar novamente.
O que sou, o que faço, para onde vou.
O que recebo, o que dou que realmente importa.
Tudo se transformou.
Remexeu e se instalou.
Observar, sentir o corpo e se deixar afetar novamente pelos afetos, pelos novos decretos que estão no devir das novas leis que nos irão servir.
A lei natural do sentir.


E se a porta do caminho não se abrir, espera, vais ter força para decidir.
O coração tem a visão a seguir, e há que seguir, entrar no fluxo presente e fluir.
Porque a vida sabe sempre onde existir.

xxx

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