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Falam-me de coisas sólidas como as montanhas
De estruturas inabaláveis
Eu incrédula admiro
Montanhas imensas, implacáveis
Mas que dentro o seu coração estremece

Que irei saber eu perante isto
Da segurança e da fragilidade
Da perda e da instabilidade
Qual o desejo e qual a vontade
Desse coração de ser livre

Dentro da minha verdadeira natureza
Existe uma montanha sólida
Além dos tempos que levantam
Além dos ventos que se cantam
Ela continua aqui, firme, presente
E fiel à sua própria natureza

xxx

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